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Vou começar esse texto com uma pergunta básica (talvez não seja tão básica assim, mas ok) para você refletir: existe ambiente de trabalho perfeito?

Faz algum tempo que muitos escritórios aparecem na mídia (como os do Google, por exemplo) como locais onde os funcionários conseguem render mais e serem cada vez mais produtivos por estarem em um ambiente que favorece isso.

Agora, nós já conversamos muito aqui no blog sobre trabalho, carreira, felicidade e por aí vai. Focamos bastante nas pessoas ultimamente, mas dessa vez resolvi focar no ambiente de trabalho mesmo. Agências e estúdios diferenciados “pipocam” por aí nos cantos do  Brasil com propostas de trabalhos diferentes. Algumas delas até quebram totalmente padrões que estamos acostumados, mesmo para as agências tradicionais brasileiras.

Videogame, cerveja à vontade, chocolate, festas, escorregadores e até piscina de bolinha.
A lista vai longe e olha eu admito: fica cada vez mais tentadora, não é mesmo? Imagine você, poder trabalhar e ainda tirar uma partida de street fighter no meio do expediente com a sua dupla de criação (claro, os exemplos são totalmente fictícios e talvez até um pouco exagerados).

Por outro lado, imagine que o estúdio de design que tem piscina de bolinha atrasa os salários e a agência que tem escorregadores tem um alto turn over (troca) de funcionários. Ainda, o street fighter só pode ser jogado na hora do almoço.

Opa, aí a coisa já muda um pouco de figura. Parece que tem um probleminha ali.

O que estou querendo dizer com isso é que talvez nunca encontremos um ambiente de trabalho perfeito, porque no fim quem faz o ambiente são as pessoas. Sim, por mais que eu tente focar apenas no ambiente de trabalho ou no local físico mesmo (ambientação, tipo de mesa, cadeiras, geladeiras e o que você quiser), no final das contas o que realmente vale são as pessoas que estão ali dentro. É basicamente como me disseram logo que entrei na faculdade: “quem faz a faculdade ser boa é você”.

E sendo assim, quando falamos de pessoas não podemos esquecer que elas falham (a não ser que você seja um profissional perfeito, aí por favor me avise que eu preciso de você!). Sim, as pessoas erram. E erros geram pequenas falhas, que por sua vez, geram pontos negativos naquele ambiente que parecia tão promissor quando você bateu os olhos naquela primeira entrevista de emprego.

Calma! Isso não quer dizer que você vai sair perdendo em qualquer lugar que você trabalhar ou que você nunca vai achar um bom lugar para construir a sua carreira. Não é nada disso, mané!

Aprender a encarar esses pontos negativos de forma tranquila ajuda a balança a pender para o lado positivo (tcharan! Sacou a pegadinha do título?), ou seja, os problemas continuam a existir mas o saldo final ainda é positivo, logo temos então um bom ambiente de trabalho pra você. Isso gera menos frustrações ao longo do seu crescimento profissional, pois ao entender que os problemas fazem parte do seu cotidiano e você precisa lidar com eles da melhor maneira possível, seu amadurecimento (tanto profissional como pessoal) acontece de forma mais natural.

E cada um tem a sua balança. O que é negativo pra mim,
pode não ser pra você e assim por diante. O importante é sempre deixar o saldo positivo!

Até a próxima!

Photo via Visualhunt

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