Happy Hour

Sem dúvida alguma (e você não precisa ser publicitário ou de qualquer área da comunicação pra isso), tenho certeza que já ouviu a expressão do título desse post.

Estamos falando da hora mais feliz do dia, onde todos saem no fim do expediente para tomar uma cerveja (ou no meu caso, um suco) e descontrair do dia ou da semana cheia que passou.

É um momento esperado por todos e marcado no mínimo uma vez ao mês. Algumas vezes com certa antecedência, outras vezes sem qualquer tipo de planejamento.

Agora, já adianto que esse texto não é sobre o que é happy hour. O que quero falar na verdade é sobre o que vem antes disso.

Como assim?

Imagine que você está no seu trabalho, em uma segunda-feira às 9h da manhã e escuta a seguinte frase: “Nossa, mal posso esperar para o happy hour de sexta”. Ou ainda “Dá 18h, mas não chega o final de semana” e a clássica “Odeio segunda-feira”.

Soa familiar?

Confesso que já pensei e disse frases desse tipo em algum momento da vida. Todos pensamos (mesmo que você diga que não). Contudo, existem duas possíveis alternativas pelas quais você já está preocupado numa segunda-feira com o final de semana:

A) Porque eu não gosto do que faço
B) Porque trabalhar é chato

Se a resposta é “Porque eu não gosto do que faço”, meu conselho é que você busque algo que goste (não é uma busca fácil, mas nunca é tarde pra isso). Caso você tenha pensado na letra B, meu conselho pra você é o mesmo que eu me dou todos os dias: não precisa ser chato assim.

Esse é um ensinamento (que já comentei em algum outro texto aqui do blog) da Dona Nave-mãe Singulano, que sempre me falou (e fala) a vida inteira: tudo depende da maneira como você encara as coisas.

Quem disse que trabalhar precisa ser tão chato?

Eu sinceramente nunca ouvi isso atribuído a nenhum autor ou coisa do tipo.

Hoje, com meus 10 anos de mercado, entendo que dá sim para encarar das 9h às 18h com um olhar um pouquinho diferente. Tenha isso em mente e tente abordar seu dia (após ler esse texto) de forma um pouco mais leve.

Pode ser um elogio de um cliente, uma reunião que deu certo, um almoço engraçado, um abraço de um amigo, uma vaga boa pra estacionar o carro e o que mais você quiser acrescentar aqui. Essas pequenas conquistas fazem com que você não precise aguardar até a cervejinha da sexta-feira para descontrair.

E antes que você ache meu texto completamente utópico, de forma alguma isso anula frustrações do dia a dia. Todos temos dias improdutivos, dias em que passamos raiva, que estamos tristes, que não queremos papo com ninguém e por aí vai. Faz parte (e não só da esfera profissional).

Minha missão diária é encontrar pequenas happy hours ao longo do dia, todos os dias. Assim, se organizar direitinho, ninguém precisa ficar esperando até o final da semana pra ficar bem.

Bora?

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Texto inspirado nos ensinamentos do Prof. Clóvis de Barros Filho.











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